Dentistas japoneses tendem a negar atendimento a pacientes com HIV/AIDS

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Dentistas japoneses tendem a negar atendimento a pacientes com HIV/AIDS

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Somente 32% dos dentistas tratariam pacientes com HIV/AIDS. (Foto: Dragon Images/Shutterstock)
DT Asia Pacific

By DT Asia Pacific

qui. 12 junho 2014

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KOBE, Japão: Embora o controle da infecção nas clínicas odontológicas do Japão tenha melhorado nos últimos anos, a maioria dos dentistas ainda parece hesitar em tratar pacientes com HIV/AIDS. Uma pesquisa, conduzida por pesquisadores do Departamento de Ciências da Saúde da Universidade de Hyogo, entre clínicas da prefeitura de Aichi descobriu que apenas uma em três estaria disposta em atender pacientes infectados.

Foi também descoberto que clínicas que excedem os padrões dos níveis de controle da infecção com a utilização, por exemplo, de máscara e luvas durante o tratamento, são mais propensas a tratar pacientes com HIV/AIDS.

Os pesquisadores conduziram a pesquisa envolvendo 2.100 dentistas em 2011, dos quais a maioria era masculina, com idade superior a 50 anos e trabalhava em clínica geral. Os resultados, embora defasados quando comparados com países desenvolvidos, são um avanço relacionado à pesquisa de 1996, onde apenas 15% dos dentistas estavam dispostos a tratar pacientes com a doença.

De acordo com os dados do Instituto Nacional de Doenças Infecciosas em Tóquio, o número de casos de HIV/AIDS no Japão excedeu os 20.000 em 2012 e apresenta um número estável de novas infecções por ano.

 Entretanto, num relatório publicado no ano passado, o instituto reportou que um número significativo de novas infecções não foi detectado, deixando o sistema de pesquisa nacional incompleto. O Departamento de Política da Saúde Global da Universidade de Tóquio previu que os casos de HIV/AIDS irão quintuplicar em 2040, principalmente entre os grupos de risco, caso nenhuma nova medida seja introduzida no quadro da política pública de intervenção do país.

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