WASHINGTON, D.C., EUA: Uma recente análise conduzida pela Associação Dentária Americana revelou que a Lei da Saúde Acessível e Proteção ao Paciente não alcança seus objetivos em contenção de despesas ao aumentar o acesso aos cuidados médicos e melhorar os resultados de saúde. A análise demonstrou que as barreiras para tratamentos dentários diminuíram para as crianças nos últimos anos enquanto para os adultos as barreiras aumentaram.
De acordo com o coautor Dr. Mako Vujici, a lei comumente conhecida como Obamacare e aprovada em 2010, objetiva o aumento da taxa dos convênios médicos e a redução geral dos custos de saúde nos EUA, pouco fez para diminuir as barreiras aos cuidados dentários. “Os Estados terão que afrouxar a lei se nós quisermos direcionar os desafios dos cuidados odontológicos que América irá enfrentar”, disse Vujici.
A análise demonstrou que as crianças ganharão benefícios odontológicos de 2010 a 2018. Entretanto, a lei não deve melhorar a situação para um número considerável de adultos com idade igual ou superior a 21 anos.
Os investigadores disseram que aproximadamente 8.7 milhões de crianças ganharão algum benefício odontológico até 2018 como resultado da Lei de Saúde Acessível, um aumento de 15% relativo a 2010. Isso reduzirá o número de crianças sem cuidados odontológicos em aproximadamente 55%, eles declararam.
Embora espera-se que 17.7 milhões de adultos ganhem algum benefício odontológico, a maioria desse aumento beneficiário está no auxílio-doença, que varia significativamente entre os estados. “Nós presumimos que somente 5.3 milhões de adultos obterão aumento nos benefícios odontológicos devido à lei, dentre eles 4.5 milhões devem-se à expansão do auxílio-doença nos estados que proporcionam o aumento dos benefícios odontológicos”, disseram os investigadores. No geral, o número de adultos sem assistência odontológica diminuirá aproximadamente 5% relativo a 2010.
Em adição, eles enfatizaram que a qualidade dos benefícios dentários e o acesso aos cuidados odontológicos não serão suficientes para a promover boa saúde bucal devido ao aumento do número de beneficiários odontológicos do auxílio-doença nos estados que apenas oferecem atendimentos emergenciais e benefícios limitados. Vujici presume que adultos pobres, em particular, podem tentar utilizar outras formas de atendimento, inclusive as salas de atendimentos emergenciais para consultas dentárias. “Isso apenas não diminui o acesso à saúde bucal como também aumenta, em geral, os custos da saúde desnecessariamente”, eles concluíram.
A Associação Dentária Americana anunciou que lançará uma campanha direcionada a esses problemas.
A pesquisa foi compilada pelo ADA's Health Policy Resources Center (Centro de Recursos de Apólice de Saúde da Associação Dentária Americana). O relatório completo, intitulado "Affordable Care Act Expands Dental Benefits for Children But Does Not Address Critical Access to Dental Care Issues" (Lei da Saúde Acessível Estende Benefícios Odontológicos para Crianças Mas Não Direciona Problemas de Acesso aos Cuidados Odontológicos), pode ser downloaded no site da associação.
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