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Sabores agradáveis influenciam a circulação sanguínea da face

Alterações no fluxo sanguíneo antes (esquerda) e durante (direita) o consumo de “consomé” em um participante que gostou dos sabor da sopa. Áreas em vermelho indicam o maior fluxo sanguíneo e áreas em azul indicam menor fluxo sanguíneo. (Foto cortesia de Tokyo Institute of Technology)

seg. 3 fevereiro 2014

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TÓQUIO, Japão: Pesquisadores japoneses identificaram novas evidências entre a palatabilidade de vários sabores e a circulação em diferentes áreas da face. Em um estudo recentemente publicado eles concluíram que que sabores percebidos como agradáveis pelos participantes do estudo aumentavam a circulação sanguínea ao redor dos olhos, enquanto sabores azedos influenciavam a circulação em outras áreas faciais.

Para examinar se os diferentes estímulos por gosto nas cavidades faciais causavam alterações no fluxo sanguíneo da pele, 15 participantes saudáveis (11 homens e 4 mulheres) receberam amostras de molho de pimenta chilli, suco de laranja, já amargo, café e sopa. Eles retiveram os fluidos na boca por 30 segundos antes de engolir. Depois os participantes foram questionados sobre os sabores quanto a sua palatabilidade.

Durante o experimento os pesquisadores coletaram informações sobre o fluxo sanguíneo na pele da testa, pálpebras, nariz e bochechas dos participantes, utilizando feixes de laser fluxográfico antes e durante a ingestão dos fluidos.

 Eles perceberam que o fluxo sanguíneo nas pálpebras tinha aumento significativo em resposta ao molho de pimenta, suco de laranja e sopa, enquanto o fluxo sanguíneo na testa, nariz e bochechas diminuía em resposta ao chá amargo. “Esses resultados sugerem que a resposta da circulação facial reflete o grau de palatabilidade dos alimentos”, concluíram os pesquisadores.

O estudo, intitulado “Palatabilidade de sabores está associada a respostas da circulação facial” (Palatability of tastes is associated with facial circulatory responses), foi publicado em 5 de janeiro no periódico Sensações Químicas (Chemical Senses) antes da versão impressa. Foi conduzido no Instituto de Tecnologia de Tóquio (Tokyo Institute of Technology) em colaboração com a Universidade Pública de Hiroshima e com a Universidade Kyushu em Fukuoka.

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