DUNDEE, Reino Unido: As complexidades e a subnotificação de casos de abuso na sociedade tornam crucial que os prestadores de cuidados de saúde permaneçam vigilantes e proativos na salvaguarda do bem-estar dos seus pacientes. Como principais pontos de contacto, os dentistas estão numa posição única para observar sinais de abuso e negligência, tornando crítico o seu papel na identificação e intervenção. Uma folha de dicas recente publicada no British Dental Journal visa consolidar as principais recomendações e práticas que podem capacitar os consultórios odontológicos a cumprirem suas funções de proteção de maneira eficaz.
Treinamento e conscientização
Os médicos dentistas são incentivados a manter formação atualizada relevante para a sua função e a familiarizarem-se com a terminologia comum de salvaguarda e sinais de abuso, garantindo que estão bem equipados para reconhecer e responder a potenciais casos de negligência ou maus-tratos. Isto se estende à compreensão e ao estar alerta às diversas formas de abuso, incluindo abuso físico, emocional, sexual e financeiro.
Reconhecer sinais de abuso e negligência envolve estar atento a lesões físicas, mudanças no comportamento do paciente ou quaisquer indicadores que sugiram que um paciente possa estar sofrendo. Por exemplo, lesões em áreas com pouca probabilidade de serem danificadas acidentalmente ou inconsistências na explicação das lesões podem sinalizar abuso físico. Os sinais emocionais e psicológicos são igualmente importantes, pois as vítimas podem apresentar baixa autoestima, retraimento ou medo, entre outros.
Interações apropriadas
Uma comunicação eficaz e uma abordagem sem julgamentos são fundamentais para encorajar os pacientes a se abrirem sobre as suas experiências. A criação de um ambiente seguro e de confiança pode aumentar significativamente a probabilidade de revelações, que são essenciais para fornecer o apoio e a intervenção necessários.
É essencial que os consultórios dentários reconheçam e respondam aos sinais de abuso através da promoção de um ambiente de cuidados informado sobre o trauma, além de terem políticas de salvaguarda claras. Esta abordagem reconhece o potencial impacto do trauma nos pacientes e ajusta as práticas de cuidados para evitar a re-traumatização, garantindo uma experiência de apoio e capacitação para aqueles que sofreram abusos.
Políticas e preparação da clínica
A documentação detalhada e a coordenação intraorganizacional são aspectos críticos da salvaguarda. Manter anotações completas e estar ciente dos principais contatos de cada paciente pode facilitar respostas oportunas e coordenadas às preocupações de salvaguarda. Isto inclui ter dados de contacto de prestadores de cuidados, médicos de clínica geral e quaisquer serviços de apoio social envolvidos.
Além disso, é imperativo compreender os quadros legislativos específicos e as políticas de salvaguarda dentro da região de trabalho, uma vez que estes podem variar significativamente entre diferentes áreas. O conhecimento dos procedimentos e da legislação de salvaguarda locais garante que os profissionais possam navegar no sistema de forma eficaz para proteger os seus pacientes.
O documento, intitulado “Top tips: Adult and child support and protection for the dental practice”, foi publicado em 23 de fevereiro de 2024 no British Dental Journal.
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