Nova pesquisa de biomaterial objetiva elevar a segurança dos implantes de metais

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Nova pesquisa de biomaterial objetiva elevar a segurança dos implantes de metais

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Uma nova pesquisa com início em setembro proverá compreensão na administração dos biofilmes. (Foto: bogdanhoda/Shutterstock)
Dental Tribune International

By Dental Tribune International

seg. 18 julho 2016

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SAN ANTONIO, EUA: Dois novos projetos de pesquisa investigam a corrosão do biofilme, em tubulações e na metodologia de liberação de medicamento por ultrassom, e cada recebeu financiamento de US$ 125.000,00. Embora, inicialmente tenha engrenado para a indústria do petróleo, onde a problemática dos biofilmes ocorrem na maioria das produções e nos processos de distribuições, as descobertas do estudo terá implicações em outras áreas, como na odontológica e diferentes tipos de implantes.

Os projetos, programados a iniciar em 1 de setembro deste ano, serão conduzidos pelo Southwest Research Institute (SwRI) e pela Universidade do Texas em San Antonio (UTSA) como parte do “Connecting through Research Partnerships Program” (Conectanto através do Programa de Parcerias em Pesquisa).

Como parte do primeiro projeto, o SwRI e a UTSA colaborarão para obter um melhor entendimento da corrosão influenciada microbiologicamente pela recolha de dados metabólicos e genômicos dos biofilmes. Esses dados serão utilizados para desenvolver modelos que podem prever a corrosão e identificar novo potencial inibidor da formação de biofilme.

Os biofilmes são reconhecidos como um importante problema no cuidado da saúde bucal, pois causam placa dentária, sinusite e infecções sérias, principalmente ao redor de implantes. A doença periodontal e periimplantite, que podem gerar o insucesso do implante, estão associadas aos biofilmes.

No segundo projeto, os pesquisadores da UTSA e do SwRI explorarão novos caminhos para monitorar uma droga assim que for para in vivo. O grupo desenvolverá uma nova abordagem usando lipossomas sensíveis à acústica na liberação de medicamento mediada por ultrassom, e em seguida a monitoração do tempo real da concentração de medicamento no tecido profundo.

“A habilidade de controlar a liberação de terapêuticos em tecidos específicos com um espaço desejável de distribuição e em uma taxa ajustável em acordo com a resposta ao medicamento de cada indivíduo é importante para o medicamento personalizado”, disse o Dr. Jian Ling, engenheiro do departamento de Farmacêuticos e Bioengenharia do SwRI.

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