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GSK junta-se a programa de saúde para crianças pobres

Mãe com o filho de seis meses severamente desnutrido e com diarreia. Ele está recebendo tratamento no hospital administrado pelo governo que recebe apoio da Save the Children (Salvem as Crianças). (Foto: Colin Crowley/Save the Children)
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qua. 29 maio 2013

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LONDRES, Reino Unido: A empresa de saúde global GlaxoSmithKline (GSK) iniciou uma nova parceria com a Save the Children (Salvem as Crianças), organização independente que ajuda crianças ao redor do mundo. A colaboração visa atacar alguns problemas que lideram o falecimento de recém-nascidos e crianças. O objetivo deles é proporcionar cuidados básicos de saúde às crianças de comunidades mais remotas e marginalizadas.

A fim de prevenir o falecimento infantil de doenças evitáveis, a Save the Children, que trabalha em mais de 120 países, ajudará a GSK a pesquisar e desenvolver remédios para crianças e estabelecerá um conselho de pesquisa e desenvolvimento para melhorar intervenções em crianças com idade inferior a 5 anos.

Entre outras iniciativas, as organizações trabalharão na reformulação do antisséptico chlorhexidina, um desinfetante comumente utilizado em antissépticos bucais e na limpeza do cordão umbilical dos recém-nascidos para evitar sérias infecções que são uma das maiores causas de morte infantil. Eles também visam ampliar as áreas de vacinação através do uso de tecnologias móveis. A fim de combater a má nutrição, ambas organizações anunciaram que o grupo do Quênia está investigando o desenvolvimento de um produto de baixo custo. Em adição, eles investirão em funcionários da área da saúde em comunidades pobres. A GSK comprometeu-se em doar no mínimo R$ 49,9 milhões durante o período de parceria.

Inicialmente, os dois principais programas ocorrerão no Quênia e na República Democrática do Congo, declarou a empresa. Mais programas serão implantados na África-subsaariana , Ásia e América Latina.

De acordo com a GSK, aproximadamente 7 milhões de crianças morreram em 2011 devido à falta de acesso à saúde básica, vacinas e alimentos nutritivos. Simples intervenções podem, ainda, prevenir a morte de um em cada seis recém-nascidos num ambiente de pouco recurso.

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